Passei aqui só pra tirar o mofo. Talvez volte a escrever por aqui, talvez não.

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RIO DE JANEIRO – 30 DE MAIO – DIA 11

Último dia. Acordei cedinho e fiquei esperando a @maysalex chegar em Copa. Tínhamos combinado de ir até a Rua Santa Clara onde eu poderia comprar alguma roupa, biquíni ou biju (não sabia direito). A @mat_girl até se ofereceu pra ir comigo, mas como eu precisava ir pela manhã não conseguimos nos organizar. Até estranhei porque ela não curte ir em lugares de gente diferenciada. Mas achei fofo ela topar o desafio.

A @maysalex se atrasou um pouquinho e foi parar em uma rua que não tínhamos combinado. Quando a encontrei saquei tudo o que o @lucas_spsc tinha dito antes. Ela não funciona pela manhã e o mau humor.. uhmmmmm, que delícia. Coisa mais amada o zumbizinho junto comigo no prédio. Assim, importante valorizar a Cia, né¿ Muito amor.

De lá voltamos pro apê porque eu precisava dar um jeito de lavar os lençóis. O seu Isaías normalmente manda lavar, mas eu não encontrei o tal Isaías nos 10 dias que estive no Rii. Antes da @maysalex chegar eu já tinha ido à lavanderia, mas a mais próxima do apê só poderia entregar em 48h. Ridículo, disse que precisava pro meio dia e ela fez uma contraproposta de 18h. 18h eu precisava estar no aeroporto, sem chance. Voltei e deixei tudo em uma sacola com um bilhete pro seu Isaías e com uma linda nota de $50. Nunca lavar lençóis me saiu tão caro.

De lá fomos procurar um lugar pra almoçar e o único que achamos foi o Spoletto. Montei um nhoque bem mais ou menos e comi pouco mais que a metade do prato. Maysete montou um prato que parecia ser bem mais saboroso que o meu e eu fiquei com inveja, mas não comentei pra não dar má digestão. De lá fomos a The Bakers, uma confeitaria fofa (com decoração de casa de vó no Natal, segundo a Maysa) e compramos uns doces. Novamente não escolhi bem, devia ter comprado outra coisa. Comi um m Il folhas de Nutella que foi muito bem feito, mas dois minutos antes eu disse que já tinha enjoado de Nutella e deveria ter me lembrado disso ao fazer o pedido. Maldita hora que perguntei se vendia mais Nutella ou doce de leite.

Como almoçamos tarde, acabei perdendo almoço com todas as amigas que me convidaram (de Copa ao Botafogo), mas quando eu voltar eu como mais. Sempre é possível comer mais.

Me despedi da @fernandareali e da @mat_girl (amadas que foram até o meu encontro no meio das correrias de uma segunda-feira) e segui pro Flamengo para me despedir dos pitucos Zuca e Sweet.

Aqui preciso fazer um agradecimento. Fernanda é uma fofa e as palavras não serão suficientes pra expressar o meu carinho. Ela deixou bombons na portaria do apartamento antes da minha chegada, me emprestou guarda-chuva e edredon (salvando as minhas noites gélidas no outono carioca) e me deu pão, circo, bolo e torta de legumes. Além de muito amor, companhia e café. Muito obrigada, amiga querida.

Ficamos na Maysa um pouco e partimos pro Santos Dumont, aeroporto que fica dentro da cidade e que oferece um frescão que me levaria pro Aeroporto Internacional. Enquanto íamos Maysa sofria de antecipação pelo engarrafamento que se apresentava no caminho de volta. Chegando ao aeroporto achamos o busão rapidamente. Estacionamos, ela me deixou por lá e foi embora.

Aqui outro agradecimento. Maysa foi uma companheiraça. Foi até pra lugares que achou que nunca iria só pra me acompanhar. Acordou cedo, ficou sem almoçar (o que pra ela é um pecado capital), fez pastinhas e bolo de aniversário (precisou até dar banho nos pitucos pra receber visitas), abriu a casa dela pra mim (e só não dormi lá todos os dias porque eu conseguia dar um jeitinho de ir pra casa). Uma fofa. Descobri nela uma grande amiga e sei que a amizade durará muito tempo. Sim, até porque se um dia a gente brigar o Zuca vai sofrer e pedir pra ir morar comigo (ele me ama). O @lucas_spsc também é um fofucho e eu certamente nunca esquecerei o carinho deles comigo e as longas horas de conversa.

Enfim, já no aeroporto, perdi por menos de um minuto o frescão que me levaria pro Internacional. Mas nada é por acaso. Dois minutos depois chegou um guri bem barbudo, super alternativo e em duas palavras que trocamos descobriu que eu era de Porto Alegre. Quando comentei que no primeiro dia disseram que eu era de Minas, ele brincou dizendo que a pessoa tinha dito qualquer coisa só pra puxar conversa. Pode ser. Ficamos conversando sobre processo (ele tava puto porque perdeu um vôo da Gol por falha da empresa) e nisso chegou um senhor perguntando se tínhamos interesse em pegar um táxi com destino ao Internacional. Pagaríamos $10 e chegaríamos antes. Topamos, mas era preciso juntar quatro pessoas e nós éramos três (eu, João e um outro que havia chegado junto com o motorista). Olhamos pra trás e vimos uma japonesinha. Alguém falou com ela e ela disse que não falava português. Perguntei pra onde ela ia e ofereci uma vaguinha no táxi. Ela aceitou bem faceira e lá fomos nós: eu na frente, ela e os guris atrás. O João trabalha com teatro, o Luciano estava fazendo seleção pra ser comissário de bordo da Gol e a japinha na real era estadunidense da Califórnia.  Fomos batendo “O” papo, os quatro e o motorista que era a coisa mais amor do mundo. Ele tirou uma onda do comissário, que não sabia nada de nada e a gente dava risada.

No meio do caminho perguntei se a Tina tinha provado os Bixxxcoitoxxx Globo e ela disse que não. E adivinha o que achamos no engarrafamento¿ Um vendedor de bixxxcoitoxxx. O João colocou o cabeção pra fora do táxi e comprou um salgado (que ficou pra Tina) e um doce (que está aqui na mala). O motorista, seu Alcimar, nos proibiu de fazer farelos no veículo. Juixxxto.

Metade desceu no Terminal 1 (Tina que ia de American Airlines e João que ia de Gol), eu desci no Terminal 2 (Web Jet) e o Luciano seguiu com o táxi até sei lá eu onde. O seu Alcimar me deu o cartão dele e disse que quando eu voltasse ia me levar no Alemão e na Feira Nordestina (dois lugares que mencionei enquanto estava no táxi). Um fofo, recomendo muito pra quem precisar de um taxista no Rio de Janeiro. O telefone dele é:

No aeroporto fiz o check-in, comprei meu último mate com limão no Rei do Mate e pães de queijo na Casa do Pão de Queijo e fui sentar pra usar a internet. Foi quando eu vi que tinha uma gilete na mala de mão. Perguntei pra geral no Twitter se podia entrar com ela na aeronave e me disseram que não, mas eu sou rebelde e resolvi tentar. Cheguei na esteira e comecei a puxar conversa com o pessoal, relatando o meu drama de carregar bolsa grande e estar cheia de bugigangas e ainda fiz uma cena quando o moço pediu pra eu tirar o meu cachecol. Nisso tudo, passei tranquilamente, porque acho que tonteei todo mundo e não perceberam que eu possuía uma arma depiladora branca. Mas né, 3 pilas não se joga fora todo dia.

Embarquei e o Giba da seleção de vôlei, que tinha passado por mim no saguão, já estava sentado no avião, no primeiro lugar. Nada de especial, viu? Dizem que o resto da seleção também está aqui dentro, mas eu não vi ninguém. E se vi não reconheci. Só conheço a seleção de Barcelona ’92 (mas velha é a senhora sua mãe).

A bagagem física tá lotadaça e espero que nada quebre. A bagagem emocional tá ainda mais lotada. Trago comigo amigos velhos e amigos novos que nunca esquecerei. E a pança? Cheia de bixxxcoitoxxx Globo.

Gente do céu.. vi o Giba bem pertinho de mim dentro do avião. TUDO DE ESPECIAL. Peloamordenossasenhoraaparecida. Que homão.

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RIO DE JANEIRO – 29 DE MAIO – DIA 10

Domingão, aproveitamos o dia chove-não-molha-as-vezes-molha e fomos dar uma volta. O Lucas resolveu me levar pra ver umas coisas do Rio de Janeiro que eu ainda não tinha visto e, diferente do que eu e Maysa pensamos, não fomos surpreendidos pela chuva. Foi ótimo.

A noite foi de pizza com Maysa, Lucas, Nanda e Malu, mas as fotos ficaram uó. Não colocarei aqui pra não perder amizades. Foi também o dia que me despedi de três dos quatro queridos amigos. Os outros já tinha me despedido antes.

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RIO DE JANEIRO – 28 DE MAIO – DIA 09

Honestamente não me lembro de praticamente nada desse dia. Só lembro da noite. Noite de Roberta Sudbrack.

Essa é a chefe de cozinha que fez eu descobrir que existem muitos sabores no mundo que eu ainda não provei. A delicadeza dos pratos e da equipe apaixonam os clientes. É mágico e tenho certeza que a divindade é muito parecida com um prato da Roberta. Quem nunca comeu, acha que eu estou exagerando. Quem comeu sabe que eu não tô mentindo.

Pra ilustrar vou postar o meu prato favorito da noite. Quando olhei o prato ri sozinha, porque ele é COMPLETAMENTE fálico. Tinha um amigo da Maysa na mesa e eu fiquei constrangida de dividir no grande grupo, mas reparem:

 

Não é fantástico??? Hhaahhahaha. Pareço uma guria de 12 anos, mas né, achei tão divertido.

Pra quem quiser saber mais dos pratos da Sud, recomendo o blog da Maysa (ela sempre posta fotos quando vai lá e explica os pratos, vale a pena): www.doqueeupreciso.com.br (acho que tem o br).

Uma noite fantástica, com um preço carinho, mas com um valor inestimável. Obrigada Sudbrack e Sudfans (sim, o amigo da Maysa tb ficou embasbacado).

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RIO DE JANEIRO – 27 DE MAIO – DIA 08

Acordei cedo e estudei de novo. E foi nesse dia que a cobra fumou. Me dei conta de que não daria conta do tanto de coisa que teria pra ler, me dei conta de que não tinha material pra fazer o meu projeto de pesquisa, me dei conta de muitas coisas. Além disso, fiquei sabendo que teria que pagar de novo para ficar no apê, além de perder uma passagem de avião e gastar outra. Não tava podendo.

Fiquei lendo até o meio dia, quando encontrei a querida Fernanda e a querida Lúcia. Fomos de táxi (chovia) até o shopping que eu não sei qual foi, onde encontramos a Flávia para um almoço no Outback. Espetacular. Confesso que nunca tinha comido lá. Já tinha ido num aniversário, mas tinha ficado nos líquidos.

A começar por aquele pão australiano delicioso, que não se consegue comer um só. Pausa para assuntos regionais: em Porto Alegre não adianta querer comer mais de um. Como eles vêm de Minas Gerais, o consumo é racionado. Um por mesa e cala a boca senão toma bifa. Ok, pode comprar uma salada ou uma sopa que ganha mais um. Mas né, óbvio que não.

Depois pedimos os pratos. A Flávia me fez de cobaia e me cedeu a sopa de cebola, que eu estava muito curiosa pra tomar. Perguntei se ela era feita no estilo francês e só o que ouvimos do garçom foi: cri cri cri. Fernanda riu horrores da minha cara. Aliás, ri até hoje.

A sopa era deliciosa e, como tudo no Outback, bem apimentadinha. Recomendo. As gurias comeram pratos lindos com bastante carne e eu comi uma batata bem gostosa. Mas poderia ter comido outra sopa, gostaria bem mais.

Nesse dia, tomamos chá de cranberry. Uma delícia. Só que o copo era gigante e eu não pretendia tomar dois inteiros (o refil é livre), então chamei o garçom e pedi meio copo de chá, informando-o que eu não queria desperdiçar e tal. Mais uma vez a Fernanda riu de mim, dizendo que eu tava querendo economizar em uma meca de consumo. Mas né.. sou assim. Adivinha? O copo veio mais cheio do que da primeira vez. Bebi inteiro e saí com a pança cheia de líquidos.

De lá fomos pra uma Alice Disse, uma loja LINDA que não tem em Porto Alegre. Queria comprar um sapatinho. Entrei, escolhi, sentei, amei o sapato, descobri o preço e perguntei: é de couro? A funcionária bem faceira me disse que era. E eu agradeci, dizendo que não comprava couro. Ela me disse mais alguma coisa e eu falei que não achava legal pisar em vacas e tal. Nesse momento uma vendedora diz: mas acho que é couro ecológico (super papo pra empurrar produto) e a outra fica puta e diz: eu já disse que é cooouroooo. Deixei elas se implicando e fui embora.

À noite encontrei a Maysa e o Lucas e fomos a uma lanchonete de cachorro quente no Leblon. Uma gracinha. Os hot dogs uma delícia, a batata frita também. A conversa então, fluiu horrores, o casal é uma graça. Mas né sempre tem que ter surpresa.. e a minha calça rasgou. Sim, rasgou. E eu percebi quando cheguei lá, mas como comentar? Ia morrer de vergonha. Mas calça rasgada a gente não esquece e ela ficou lá comigo até o final da noite. A sorte é que era um lugar bem discreto e eu consegui disfarçar até chegar em casa (só contei no outro dia pra galere).

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RIO DE JANEIRO – 26 DE MAIO – DIA 07

Buenas, acordei relativamente cedo e comecei a estudar. Afinal, eu tinha resolvido que ia ficar no RJ pra tentar o mestrado e o tempo corria contra mim. Otimista, achei que teria tempo suficiente pra ler umas 800 páginas E fazer o meu projeto. Liguei pra mãe e conversei com ela sobre a possibilidade e ela, mesmo receosa, me deu maior força. Olha.. não queria ser a minha mãe. A propósito: eu nunca seria a minha mãe. Às vezes acho que eu sou o Léo e a minha mãe é a Wanda, pq vou te contar.. acredita muito no meu potencial.

Voltando. Pedi que ela me encaminhasse os documentos por Sedex e fiquei em casa o dia todo estudando. Comi as guloseimas que as gurias tinham me dado e só saí de casa pro happy que as gurias tinham marcado em Botafogo.

O butequinho é uma graça. O nome é Colarinho e fica bem na frente de uma das saídas do metrô. Não tem erro. O pastel de gorgonzola com cebola é simplesmente sensacional (recomendo muito. recomendo também congelar e me mandar alguns). As opções de chopps e cervejas são muitas, mas acabamos ficando no chopp tradicional, que foi muito bem tirado.

Bem tiradas também ficaram as fotos. Hm.. pelo menos nós ficamos felizes nelas:

1) Nanda, Maysa e Rê (as duas últimas nunca mostram os dentes nas fotos… tô desconfiando já que faltam dentes nessas bocas):

2) Aqui reparem.. a Camila queria comer meu pastel imaginário. Só pode. Ou eu, né, pq eu sou muito gostosa.

3) Pronto, nos ajeitamos. Click.

4) Malu, de todas a que eu tinha menos contato. Foi nesse dia que descobri que tínhamos muito mais em comum do que eu podia imaginar. Fiquei encantada com essa pitoca.

Depois de mil e uma fotos muito tortas que o Renan tirou (não tenho nem coragem de postar aqui), fomos embora (algumas com metrô pra pegar e outras com trabalho cedo no outro dia). E eu com 700 e muitas páginas pra ler.

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RIO DE JANEIRO – 25 DE MAIO – DIA 06

(sim, eu sumi daqui. tbém acho, o que importa é que eu voltei.)

Esse dia foi bom. Fui com a Mery e com a Monique (amigas que fiz em Salvador no ano passado, no evento de Direito dos Animais que já comentei aqui no blog) até Niterói, onde assistimos a uma palestra do Fábio (que também estava em Salvador). O tema era bem introdutório, mas eu queria falar com ele pra saber quando começaria o período de inscrições do mestrado em direito dos animais para que eu pudesse me programar.

O evento era na UFF (Universidade Federal Fluminense) e ela está distribuída pela cidade, então demoramos um pouquinho pra nos achar por lá. Um guri nos deu uma informação meio furada e a Monique disse que era porque o meu sotaque não tava ajudando.

Preciso contar que fiquei enjoada depois de atravessar a ponte Rio-Niterói. Sorte que não moro lá (imagina eu na Barca?).

Terminadas as palestras, fomos conversar com o Fábio. Além de descolar uma carona de volta pra casa, descobri que o prazo de inscrições já estava quase terminando. Surtei e resolvi que ia tentar. Ele disse que daria tempo de ler todo o material (e que eu poderia passar lá na Faculdade no dia seguinte pra pegar o livro pra estudar).

Descemos numa estação do centro que eu não me lembro o nome, caminhei uma estação pra acompanhar a Monique e peguei o metrô pra chegar no Flamengo, onde os pitucos (e a mãe deles, @maysalex) me esperavam para assistirmos a final de American Idol. Eu preferia a gordjenha, mas ganhou o fofinho country, então ficou bom também. A @nandadelima assistiu conosco pela primeira vez o programa. E me deu garrafinhas de chocolate da Kopenhagen. Muito amor por ela e pelas garrafinhas =).  

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